sexta-feira, 10 de julho de 2009

REFLEXÃO - Sucesso e Sucesso

"O caminho mais curto para o sucesso é sempre tentar mais uma vez."
Thomas Edison


Há algum tempo postei uma interessante história de Thomas Edison e essa citação anterior tem muito do que existiu naquela situação e tem conexão com o que vislumbrei hoje para minha postagem: o que é sucesso? se é feliz com ele, sem ele? existe um preço a pagar? sucesso independe de glamour e dinheiro? é possível ter sucesso em todos os aspectos da vida, inclusive nos pessoais?
Atualmente o mundo tem visto noticiar insistentemente a trajetória do rei do pop Michael Jackson. Também ele teve sua história de sucesso, porém, agregada aos infortúnios da vida particular, que iniciou logo na infância e culminou no uso desregrado daquilo que o mataria ainda jovem, afinal, há tantos exemplos de celebridades que já passaram dos 50, 60, 70 e por aí afora, não? Pena mesmo um talento daquela magnitude ter ficado pelo caminho.
Acredito eu, a geração que o acompanhou em sua ascensão, sentindo o impacto de seus altos e baixos e o viu terminar de modo súbito e, aparentemente, evitável (a morte muitas vezes é assim, sempre se quer justificá-la até que se converta, de algum modo, em vida novamente, até que a dor alivie aqui dentro...) deve questionar muito o que houve, passei por isso com minha mãe e não é estranho entender o choro dos fãs, até o desespero de alguns.
É compreensível a dor, não a menosprezo. Dor e sentimento não se mensuram, por isso muitos desencontros entre nós, seres humanos, tão frágeis, tão complexos, tão fortes... por isso MJ, talvez, em minha pobre filosofia, tenha se perdido e tenha tentado se encontrar sem sucesso. Talvez, por isso mesmo, seu talento musical, a arte de inovar na dança e dominar um palco como poucos tenha se tornado uma espécie de bandeira a encobrir dores e sentimentos. Seus feitos em prol de minorias necessitadas ficam de exemplo para os que podem ajudar mais e nunca o fazem e para os que criticam aqueles que ajudam: não fez mais que obrigação!
Nunca fui dessas que teve um ídolo que me fizesse arrancar os cabelos da cabeça, gritar enlouquecida em meio à multidão e todo tipo de fanatismo que se nota entre várias pessoas. Admito que gosto das músicas e da irreverência com que Michael Jackson se apresentava, cheguei até a usar um de seus clipes "Earth Song" numa de minhas aulas de estágio de Inglês.
Por entre noticiários e outros programas de TV pude notar o mito em que se tornou o referido cantor, e deixando especulações de todo tipo à parte, pude sentir a tristeza junto da família (tão cheia de defeitos como todas as nossas!) e todo sentimento compartilhado pelos amigos. Ali não havia apenas o sentimento de ausência de uma voz de sucesso que se cala diante do microfone e dos holofotes, havia muito mais, havia o choro dos filhos, dos irmãos, das amizades, que bem ou mal, viveram uma história juntos, muito diferente da relação fã e ídolo, compreende? Ídolos vão e vêm, os substituímos, trocamos por novos e, mesmo sofrendo agora, amanhã a vida prossegue porque essa relação se mantém no consumo dos DVDs, dos CDs e de toda coisa que se possa apalpar para matar a saudade. Não discuto aqui o amor dos fãs, é inegável que eles o tornaram no ícone mundial da música pop, refiro-me neste ponto à proximidade, à vivência. Pai, irmão, amigo: era o outro lado ofuscado pelo talento musical e pelas excentricidades de MJ, apesar de toda controvérsia que foi sua vida nos últimos anos, deixa atrás de si essa impressão. Era gente! Não tão somente ídolo afinal! Eis porque o texto que segue abaixo inspirou essa breve reflexão.
Bom final de semana e Sucesso!

Sucesso e Sucesso

Os seres humanos, de modo geral, estão sempre muito preocupados em alcançar o sucesso.
O mundo convencionou que sucesso é o triunfo nos negócios, nas profissões, nas posições sociais, com destaque da personalidade, aplausos e honrarias.
Causam impacto as pessoas que desfilam no carro do poder. Despertam inveja a juventude elegante, a beleza física, os jogos do prazer imediato.
Produzem emoções fortes as conquistas dos lugares de relevo e projeção na política, na sociedade.
Inspiram mágoas aqueles que parecem triunfar na glória e êxito terrestres...
Esse sucesso, porém, é de efêmera duração.
Todos passam pelo rio do tempo e transformam-se.
Risos se convertem em lágrimas...
Primazias cedem lugar ao abandono...
Bajulações são substituídas pelo desprezo...
Beleza e juventude são alteradas pelos sinais da dor, do desgaste e do envelhecimento.
O indivíduo que luta pela projeção exterior, sofre solidão, vazio, frustrações e tédio. Aquele tido pela sociedade como uma pessoa de sucesso não é, necessariamente, uma pessoa feliz.
Todavia, muitos perseguem esse sucesso com sofreguidão, e para mantê-lo desgastam-se emocionalmente, inspiram ódios, guerras surdas ou declaradas, acumulam desgostos.
Entretanto, há outro sucesso efetivo e duradouro que os homens têm esquecido: é a vitória sobre si mesmo e sobre as paixões primitivas.
Dessa conquista ninguém toma conhecimento. Mas a pessoa que a busca, sente-se vencedora por dominar-se a si mesma, alterando o temperamento, as emoções degradantes, e sente a paz disso decorrente.
O indivíduo que experimenta o sucesso interno torna-se gentil, afável, irradiando bondade, e conquista em profundidade, aqueles que dele se acercam.
Quando, no entanto, é externo esse triunfo, a pessoa torna-se ruidosa, impondo preocupação para manter o status, chamar a atenção, atrair os refletores da fama.
O sucesso sobre si mesmo acentua a harmonia e aumenta a alegria do ser, que se candidata a contribuir em favor do grupo social mais equilibrado e feliz, levando o indivíduo a doar-se.
O sucesso de Júlio César, conquistador do mundo, entrando em Roma em carro dourado e sob aplausos da multidão, não o isentou do punhal de Brutus nas escadarias do senado.
O sucesso de Nero, suas conquistas e vilezas, não o impediram da morte infamante a que se entregou desesperado.
O sucesso de Hitler, em batalhas cruéis nos campos da Europa e da África, não alterou a sua covardia moral, que o conduziu ao suicídio vergonhoso.
O sucesso, porém, de Gandhi, -lo enfrentar a morte proferindo o nome de Deus.
O sucesso de Pasteur auxiliou-o a aceitar a tuberculose com serenidade.
O sucesso dos mártires, dos cientistas e pensadores, dos artistas e cidadãos que amaram, ofereceu-lhes resistência para suportarem as afrontas e crueldades com espírito de abnegação, de coragem e de fé.
Sem que nos alienemos do mundo, ou abandonemos a luta do convívio social, busquemos o sucesso - a vida correta, os valores de manutenção do lar e da família, o brilho da inteligência, da arte e do amor - e descobriremos que, nesse afã, teremos tempo e motivo para o outro sucesso, o de natureza interior


Fonte da imagem: Google

Fonte do texto: www.momento.com.br

sexta-feira, 3 de julho de 2009

REFLEXÃO - Por amor ou pela dor?

"O burro nunca aprende, o inteligente aprende com sua própria experiência e o sábio aprende com a experiência dos outros".Provérbio chinês

Tenho pensado em postar algo sobre um assunto pertinente ao meu trabalho e, principalmente, a todos nós sujeitos ao vírus da influenza A(H1N1), que começaram a chamar de gripe suína e que foi erroneamente interpretada por isso (então, a culpa é do porquinho?), por conta desse alarde muita gente ficou apavorada em consumir a carne e, consequentemente, os suinocultores não ficaram muito felizes com o termo, eu também não, simplesmente pelo fato de achar o nome horroroso, concorda? Gripe A(H1n1) soa mais "bonitinho" que gripe suína...rs. Enfim, creio que o mal-entendido tem sido desfeito aos poucos. Ah! Tenho um cunhado que acredita na "teoria da conspiração", pode ser que queiram super valorizar a produção da vacina ou algo parecido para o controle da nova gripe e disseminaram o vírus criado em laboratório, também tem gente que acredita que alguns grupos queiram acabar com o hábito de comer carne suína e impuseram o termo primeiro para disseminar o medo! Quem sabe!
Quais os sintomas? Todos perguntam. Oras, os mesmos de qualquer gripe! Por isso a população se torna alvo fácil dessa nova mutação, nosso organismo ainda não criou defesas, felizmente, muitos de nós supera e superará muitas gripes, contudo, não pensemos em nós somente, pensemos, sobretudo, em crianças, idosos, imunodeprimidos e tantas outras pessoas que poderão ser acometidas pela gripe A(H1N1) e necessitarão de leitos hospitalares, os quais, se requisitados em número maior que o disponível, disputados com outras doenças além da nova gripe...isso não vai prestar, já viu esse filme antes? Eis aqui um belo conselho que ouvi de uma enfermeira, porta-voz das ansiedades dos funcionários envolvidos no trabalho e também expostos a mais essa doença, dentre as que já conhecemos e convivemos: antes de nos preocuparmos apenas quanto à letalidade da gripe A(H1N1), cuidemos para que a epidemia não caia sobre nossas cabeças feito uma avalanche. E como? Cuidados básicos para começar a prevenção e controle, ou seja: lavar bem as mãos com água e sabonete antes das refeições, após espirrar, tossir ou usar o banheiro; evitar tocar olhos, nariz e boca após contato com superfícies; proteger com lenço descartável ou papel higiênico a boca e nariz ao tossir ou espirrar; indivíduos suspeitos ou confirmados da nova gripe devem ficar em casa em repouso (exceto casos de risco), com alimentação balanceada e ingerir muito líquido; manter ambientes ventilados; evitar as aglomerações desnecessárias. São medidas simples que podem contribuir muito para que, de fato, não sejamos nocauteados por mais essa epidemia, lembre-se do que foi a dengue sem a devida conscientização! Ainda continuemos a eliminar água parada, hein! O Aedes Aegypti está à espreita, aguardando nosso vacilo em meio a essa nova epidemia.
Desde a semana passada, quando pela primeira vez tivemos uma suspeita da nova gripe (ainda sem confirmação, pois os exames "viajam" aos laboratórios responsáveis e tudo isso demanda tempo), sei que foi um rápido "Deus nos acuda!", todos os funcionários colocando máscaras, isolando a paciente, atordoados, como quem diz "E agora? Que faremos? A danada chegou aqui também?" (como se o vírus precisasse de passaporte ou convite para cruzar fronteiras, não é?), entretanto, aquele susto súbito do que é inevitável batendo em nossa porta passou, buscamos mais informações, recebemos mais instruções sobre o planejamento que o ministério veicula para os que trabalham com saúde (às vezes sem...) e pela saúde! Tal episódio fez-nos crer que o vírus nos encontrou no mapa: Ai Jesus! Que bichinho esperto, hein!
Agora sério! Vi outro dia um breve lembrete sobre a inevitável epidemia que está chegando ao Brasil, ainda que na referida propaganda o médico diga estarmos "preparados" para a tal gripe. Estamos mesmo preparados para o ataque do "inimigo invisível"? É a pergunta que me faço atualmente e a repasso para quem queira saber como uma epidemia é capaz de suplantar nossa inteligência, daí a citação que fiz questão de colocar logo no topo do post e que também inspirou o título de hoje. Quantas vezes você já ouviu te dizerem: "se não for por amor, será pela dor...", na intenção de alertar que algo precisa e será feito, de um jeito ou de outro. No caso da saúde, seria melhor que fosse por amor, todavia, nem sempre é possível, a dor está (quase) inexoravelmente atada a nossa realidade. Façamos com que ela seja minimizada e evitada, se tanto!
Como "façamos"? Quem tem que fazer não são os órgãos responsáveis pela saúde?
Sim e não. Sim no quesito informar ao máximo possível, conter os "invasores"da melhor maneira que puder, cuidar, tratar e monitorar os que forem expostos. Aqui abro um parênteses (o que diferencia a gripe A(H1N1) nesse momento das outras é o fator CONTATO: apareceram sintomas de gripe? Esteve viajando nos últimos 7 dias? Esteve em contato com quem viajou recentemente e também apresenta sintomas? Esses "contatos" têm nome e endereço ou são apenas frutos de um diz que me diz? Foram ao médico e confirmaram a gripe referida por exames, ou ainda, são suspeitos até que os resultados saiam? Estão em isolamento domiciliar?).E não, quando digo que cada pessoa é responsável pela transmissão e disseminação do vírus, caso não se comprometa com a prevenção e controle, achando que é problema dos outros, tornando-se uma grande aliada do vírus mutante.
Parece um tanto desumano falar em isolar alguém, não acha? Contudo, sem vacina ou remédios apropriados e prescritos por médico, aliás, não se automedique! Pode ser fatal!É um verdadeiro tiro no pé! A opção que sobra viável para o momento é o isolamento, evitando assim que o vírus se dissemine descontroladamente como já ocorreu com toda América do Sul, mais drasticamente com nossos vizinhos e, desse modo, "por amor" daremos preferência aos casos mais graves que venham a surgir.
Imagina se todos que derem um espirro correrem aos postos e hospitais já autodiagnosticando a nova gripe? Colapso total! Além de não ser nada inteligente "aglomerações", lembra? Por ora tenho percebido uma certa letargia por parte das pessoas, olham-nos de máscara e até acham engraçado: "Olha, é verdade que a nova gripe já chegou aqui!" - isso porque não há um caos instalado, parece que estão só esperando por ele para tomar consciência real do que o mundo "lá fora" vem enfrentando. Também não vá esperar mais que 48 horas cheio de sintomas e ainda se encaixando naquele parênteses ali atrás, ok? Nem 8 nem 80, por favor!
Volto ao provérbio do início: seremos burros, inteligentes ou sábios ao lidar com essa situação?
Claro que eu desejo o último!
Não esquece de lavar as mãos depois de mexer nesse teclado e nesse mouse, hein! Quantos já os usaram hoje?
Bom humor é algo que não deve ser confundido com irresponsabilidade, com falta de conscientização ou descuido desde agora, eis porque fiz uso dessas charges. Confira outras no link da fonte de imagens.
Bom final de semana para todos nós!

Fonte das imagens: Kibeloco

sexta-feira, 26 de junho de 2009

REFLEXÃO - Eita mundo muderno!


Fico pasma quando paro e penso na quantidade de informações que esse novo mundo conseguiu acumular virtualmente e que só tende a aumentar. A Internet revolucionou, globalizou e também isolou. Não é um contrassenso dizê-lo? Acredito que não, logo mais entenderá o que quero alcançar com essa reflexão hoje. E olha que eu fui conhecê-la de perto quando já era bem grandinha, muito depois de ter feito curso de datilografia em máquina mecânica, sonhando que poderia usar a máquina elétrica um dia...ô coitada! Aposentaram-nas. Levaram-nas para museus, talvez para algum lugarejo distante dessa realidade virtual. Tão diferente de meu filho que teve acesso a esse cibermundo desde muito pequeno, a mãozinha em pouco tempo dominou o teclado e o mouse, que loucura!
Tenho estado pouco por aqui, não ausente, mas pouco.
Dia desses, numa longa troca de e-mails (Olha que maravilha esse instrumento! Contacto quem quero e DIG(it)O tudo que quero, se assim desejar e tiver o acolhimento do meu destinatário, lógico!) meu contacto dizia estar um pouco ausente também da blogosfera, que se sente em débito com os demais, que sente saudade de seu cantinho construído com tanta dedicação e carinho. Há alguns anos esse tipo de conversa não existiria, entende? Posso chamar de conversa quando não se ouve a voz do outro? Quando não se observa gestos, pausas na fala, a respiração, o tato? Claro que posso! No entanto, em nível textual apenas, os dados sensoriais não nos chegam em anexo, ainda que existam recursos tentando supri-los, especialmente nos chats, em que o texto também é a ponte que conecta o outro, criaram os emoticons, inseriram a webcam e recursos de voz, na tentativa de aquecer a frieza das máquinas. E, assistindo a programas, devo ressaltar, bons programas de televisão, numa mesma semana percebi a questão suscitada sob diferentes aspectos, todos com a preocupação final: Aonde chegaremos? Quais os perigos que nossas crianças podem encontrar no espaço virtual? Sabemos lidar com as novidades? Tanta informação é bem aproveitada? Se temos tudo isso a favor do nosso bem-estar, por que não temos tempo suficiente para nós mesmos e para os outros? As queixas de estresse, insatisfação e depressão só aumentam, às vezes sinto que as pessoas estão vivendo uma epidemia desses quadros, mais do que dengue e gripe A(H1N1), sem falar na obesidade que partiu do processo de sedentarismo (tela, teclado, mouse, bolachinha, refrigerante, horas a fio no micro...) e do processo de raciocínio (tudo pronto?), diga-se de passagem, o discutidíssimo uso do Ctrl+C e do Ctrl+V entre alunos e até professores. Tento encontrar em meio a essa "facilidade digital" algo a que me proponho toda sexta-feira: REFLETIR! Sim, tento não deixar as conexões neurais bitoladas, embora esse mundo nos seduza enormemente e transpareça um certo fim em si mesmo.
Voltando às trocas de e-mails, sem contudo, mudar de alhos para bugalhos, eu poderia encontrar a pessoa tête-à-tête, olho no olho, talvez pelo telefone, mas, telefone era objeto de luxo e usado em casos muito necessários, enfim, não daria para dizer mais que meia dúzia de palavras, não adiantaria nesse caso. Hoje em dia, praticamente todas as crianças já têm ou querem muito ter um celular cheio de recursos, é até sugestão de presente para o Papai Noel! (A propósito: elas ainda acreditam nele?). Caramba! Eu conquistei meu primeiro agora porque foi presente do Dia dos Namorados! Nem havia pedido, ainda não senti a necessidade do talzinho nem sou do tipo que fica de orelha pregada ao telefone, o atendo demais no trabalho, em casa quero descanso dele! Mas, confesso, estou gostando de fuçar aqui, enviar mensagem de texto ali, descobrir as funções (o manual veio bonitinho, um catatau!) e tive paciência pra lê-lo? Está aí uma coisa que me enfada ler!kkkk! Talvez o use para desvendar alguma função mais complicada, contudo, estou satisfeita com o que aprendi até agora, aliás, tem celular que faz de um tudo e a função primeira que seria "ligar" ou "receber ligações" é a menos utilizada pela pessoa - muitas vezes está fora de área, sem crédito! Seria mais um contrassenso dos tempos modernos?
Uma antítese todo esse assunto, concorda? E devo dizer que ela permeia nossa vida continuamente. Justifico meu distanciamento do blog nesse ponto. Não é revolta, nem tristeza, nada disso! Adoro esse espaço, gostaria de dedicar-lhe mais tempo, estive a dizer quando esse pequeno completou seu primeiro mês que era um tanto exigente, ainda é! E eu? Sou a mesma pessoa ao longo dos anos? Você é? A essência deve ser, todavia, essa mudança frenética tem afetado até nossas essências. Lembre-se do seu antes e do seu agora. Toda essa tecnologia, esse volume de informações armazenados em bytes (perdoem-me os técnicos em informática e os adiantados nesse assunto, é algo que não aprofundei e nem intento demais!), esses aparelhos que estão se reduzindo, afinando, diminuindo de tamanho e contendo muito mais recursos... preenchem realmente todas as lacunas vazias?
Entenda bem, não estou contra a tecnologia e o emprego dela, se fosse assim, eu não estaria levantando tais pontos num blog! Talvez o fizesse por outros meios, não é? Só estou a compartilhar a preocupação, ao que noto, não é exclusivamente minha, uma vez que, por vários programas coletei e observei os fundamentos dessa questão infindável, através dos livros de apoio e orientação na tarefa de ser melhor mãe, também pelos blogs que acompanho e, sempre que posso estou a ler e a comentar, tenho visto assuntos acerca do vasto tema, muito bem costurados, por isso, hoje decidi juntar-me a essa colcha de retalhos! E mais do que colorida e diversificada, ela possa aquecer ideias e sentimentos reais, no convívio dos nossos!
Fonte das imagens: Google

sexta-feira, 19 de junho de 2009

REFLEXÃO - Quem mexeu no meu queijo?

Em outras postagens estive a considerar e refletir pontos que *"mexem em nossos queijos" vida afora. A quem queira reler ou ler pela primeira vez, basta clicar aqui, ali ou acolá. Tais posts tanto independem um do outro quanto criam, em algum momento, um ponto de intersecção entre si, mais ou menos como a medicina, que tanto pode ver o paciente como um todo (clínica geral), quanto tratá-lo por áreas específicas (especialidades). Simples e complexo assim!(rs)

O título em questão já deve ser velho conhecido de muitos. Não estou aqui para fazer críticas nem elogios ao livro, pois, o mesmo já foi bastante divulgado, nem sou apta para tanto, sou apenas alguém que gosta das parábolas, troco ideias a respeito e reformulo continuamente a opinião primeira, aliás, quem já não leu o mesmo livro ou assistiu ao mesmo filme algumas vezes em tempos diferentes e não os viu com novos olhos? Em especial, leitura e releitura abarcam essa mudança, esse novo olhar, por isso, o mundo das letras é mais forte que o pulsar do coração, ele resiste às muitas intempéries, daí alguns escritores serem citados e lidos, receberem homenagens, ainda que póstumas, através dos tempos (não estou a falar do título em questão, veja lá, hein!).

Nos dias de hoje é bastante comum a busca da autoajuda, por quê? Penso que a simplicidade foi invadida pela complexidade do mundo moderno (tudo tão fácil e tão acessível, tão descartável...), assim, nos lamentamos muito mais, nos deprimimos muito mais, nos estressamos muito mais... e você, certamente, já parou para pensar nisso, não é? Já leu autoajuda também? kkkkkk! Rio junto contigo porque eu assumo, já li e leio coisas assim, leio outras também, mas, há os que repudiam tal escolha no mundo da literatura (tão farta de ótimos e memoráveis livros). Bem, cada qual com seu cada qual. Ler não é o problema, ficar dependente como se fosse remédio tarja preta é que acredito ser, então, não me incomodo. Posso queimar neurônios lendo textos científicos, quanto ler divertidamente um bom gibi infantil e, ainda assim, tirar proveito de ambos para a vida, entende?

Caramba! Você vai dizer já, já: quanta justificativa e divagação? Onde chegaremos?

Aí é que está: Onde se quer chegar? Que objetivos traça para viver melhor? Quanto questionamento é preciso fazer e refazer para alcançar o que se quer? Quer alcançar algum objetivo, pra começo de conversa?

Temos o velho hábito de apenas reclamar quando tudo vai mal, de reclamar quando as coisas mudam (estava tudo tão bom do jeito que estava!), de declinar os verbos da dificuldade antes dos verbos da perseverança, afinal, parece ser bem mais fácil assim, pois, enfrentar novos desafios despertam o medo e quem não teme? Ainda bem que as pessoas são bem diferentes umas das outras, que nem todas são pessimistas ao extremo (haveria suicídio em massa, cruzes!), em contrapartida, nem todas são otimistas ao extremo também (haveria "cegueira" geral diante dos problemas, aff!). Um misto disso e daquilo, ponderando prós e contras, reafirmando o que é bom, desprezando o que é ruim, encontrando saídas para o *labirinto são coisas a considerar sempre diante dos desafios desta vida.

Então, espero que todos possamos procurar por *queijo novo e encontrá-lo, apesar das dificuldades, que não fiquemos parados chorando pelo *queijo que se foi, afinal, você é um homem ou um rato?

Uma boa sexta-feira!


*os termos marcados pertencem ao título em questão e podem ser apreciados resumidamente em vídeo do Youtube.


Fonte da imagem: Google

Bibliografia do Livro: SPENCER, Johnson. Quem mexeu no meu queijo?
Título original norte-americano WHO MOVED MY CHEESE?

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Tertúlia Virtual - Que lugar te faz sentir em casa?

Que lugar te faz sentir em casa?
Parece óbvio para muitos, porém, nem sempre a casa é o "home sweet home" das pessoas, infelizmente. Não é o meu caso. Adoro meu canto, meu aconchego, meu lar! As coisas acontecem por aqui, não preciso sair para encontrar novidades, as recebo de várias formas: rádio, TV, Internet, telefone, etc. A tecnologia tem um bocado de culpa nisso, percebe? Não é preciso ir muito longe para saber das coisas, até se compra e se vende pela Internet, se namora e se casa! Nesses quesitos ainda sou um pouco pé atrás, mas, sabemos que isso vem mudando o comportamento da humanidade. E como!
Julgue-me piegas porque prefiro assistir a um bom filme (ou até um desenho) ao lado de meus queridos a ter que me aprontar para passear num shopping. Ah! Se prefiro! Ainda mais nesse friozinho! Ficar em casa, sem se preocupar com as horas marcadas para o trabalho, para a escola do filho ou com o horário que o comércio abre ou fecha é maravilhoso, não é?
Agora ria o quanto quiser, pois, o apelido que a família adotou para designar indivíduo frequentemente avesso às saídas de casa é "cozido(a)", vulgarmente (e carinhosamente) nos chamamos "cuzidos"...(rs). E ninguém se ofende, afinal, assumimos esta postura há muito tempo, aliás, devo dizer que, meu marido e eu, já quando namorávamos, por conta dos horários de trabalho e dos cursos, ter um momento relax em casa era tudo que queríamos. Eventualmente um cinema, um teatro, um concerto. Amigos e familiares convidavam para sair, que nada! Aí o apelidinho foi pegando mesmo...
Acredito que, mesmo em casa, há um lugar, em especial, que as pessoas devam eleger como o preferido delas. Eu deixo a cozinha e a lavanderia para quem quiser! Porém, o lado da cabeceira da cama, com alguns de meus livros e a escrivaninha do micro onde procuro aproveitar ao máximo meu curto e precioso tempo de leitura e escrita, são meu mundinho particular. É onde as horas voam, traiçoeiras, impiedosas, tornando-me sua escrava; entretanto, é também onde realizo e extravaso ideias, sonhos, inconformismos. Chego a pensar que esse mundo a que me refiro é meu bem, meu mal, donde provém coisas boas e ruins porque nele me perco e me encontro, aprendo e erro, faço e me refaço. Eis-me aqui! Presa à tela do micro e perdida em pensamentos, aperfeiçoando o rascunho da Tertúlia Virtual de hoje, compondo, recompondo, escrevendo, corrigindo, digitando, rindo e me divertindo! Contudo, ao longe ouço a máquina de lavar indicando que já é hora de esvaziá-la, que dilema! Não lamento nada disso, uma casa tem dessas coisas também.
Só posso dizer que faço o melhor por mim e pelos meus. Já devo ter dito que sou muito "família", que os defendo até que me provem o contrário ou o tempo o faça (já tive decepções e quem não as tem?), por isso, a casa é meu recôndito, só não pense que vivo na pasmaceira, oh, não! Sempre que é possível reunimos a turminha para um churrasco - e olha que nem carne vermelha eu como (rs), aproveito para fazer saladas das mais variadas, nesse aspecto a cozinha me atrai: é estranho dizer que cozinhar é terapia? Lavar pilhas de louça é que seria, não? E devo dizer que o point da família, tanto minha quanto de meu marido é aqui! Por quê? Oras, porque cultivamos esse lar, tal qual se cultiva um jardim, porque queremos que ele seja, de fato, um lugar sempre agradável, para quem nele vive e para quem nos visita.
Tem um pequeno canteiro ao qual resolvi dedicar parte de meu tempo, juntamente com meu filho. Criança adora coisas assim: mexemos na terra, a adubamos, semeamos e estamos a regá-la, aguardando que as flores cresçam. Já apontaram várias plantinhas, tão lindas e delicadas. Será que somos bons jardineiros? Veremos. O importante é que não deixemos o canteiro sem a atenção devida. Do mesmo modo é preciso cuidar do lugar que nos faz sentir em casa, não importa qual seja.
E, assim, pretendo encerrar dizendo que a casa não precisa ser uma mansão, carissimamente decorada (se puder, por que não?), acima de tudo, nós não moramos numa casa, essa feita de paredes frias, de tábuas velhas ou de qualquer outro material que o tempo se incumbe de desgastar e até levar ao chão, ela é quem deve morar na gente, já que somos os responsáveis por tornar o mundo a nossa volta o melhor lugar para se viver, a começar por aqui, seja onde estiver.
Fonte da imagem: Google

sexta-feira, 12 de junho de 2009

REFLEXÃO - LOVE'S IN THE AIR

12 de Junho é uma data especial para muitos, também é uma espécie de faca de dois gumes: há quem dê pulinhos esperando, geralmente, o óbvio de seu(sua) amado(a),em contrapartida, existe quem fique "bicudo(a)" já que não há o que comemorar, simplesmente porque ainda não encontrou sua "cara metade", a "tampa da sua panela", sua "alma gêmea" entre tantos adjetivos que pretendem caracterizar essa interessante atração homem - mulher. E coloque "interessante" nisso! Já reparou como somos diferentes? A começar pelo aspecto físico, estados hormonais, psicológicos e sensoriais, até as funções cerebrais são distintas: Por que (geralmente) mulher "fala demais", é mais emoção, mais detalhista? Por que (geralmente) homem é mais objetivo, mais racional? Não estou aqui para justificar a guerra dos sexos, mas, acredito que tudo tenha propósitos específicos: já imaginou se fôssemos todos iguaizinhos? Ai quanto estresse! Nem quero pensar! Exatamente nesse ponto é que acredito fazer toda a diferença sermos, aparentemente (digo "aparentemente", porque lá no fundo todos procuramos, basicamente, a mesma coisa), tão diferentes! Pois é! O encaixe da tampa, seu complemento... "opostos que se atraem!". Há casais que até se parecem, há aqueles que são totalmente o inverso um do outro, contudo, nenhum deles consegue chegar a uma boa relação sem fazer alguns ajustes, afinal, por mais que se procure: "ninguém é perfeito!", tenha certeza. Que dirá depois de anos e anos de convivência.
Por isso volto a dizer que é um dia especial, feito para comemorar algo que pode ser estabelecido para uma vida inteira (ao menos sempre pensei assim). Sei que deve ter gente que queira arriscar muitos dias com muitos namorados à procura do(a) "príncipe/princesa encantado(a)", espero que encontre e não se iluda adiante, pois, idealizamos demais o outro, ao passo que o outro também pode nos super idealizar, concorda?
Aproveite ao máximo este dia para curtir quem está ao seu lado: se está apenas namorando, se está em vias de consolidar um noivado ou casamento, se já está casado(a), não importa, conheça a outra pessoa melhor: saiba de suas preferências, de suas angústias, de seus sonhos, olhe-a com os olhos da face e com os do coração, veja as virtudes e defeitos: aceite-a assim! Respeite o ser humano que está diante de ti. Construam algo juntos, sejam cúmplices, amantes, amigos, tolerantes, fiéis. Enriqueçam um ao outro com aquilo que há de melhor em ambos, dialoguem muito e muitas vezes, não levem desavenças adiante, saibam perdoar, afinal, somos passíveis de erros, muitos deles, às vezes.
Agora você perguntará: quem ela pensa que é? Sabedora do amor e das coisas profundas da alma em que mergulham os apaixonados?
Sim, sou e tu és. Somos todos conhecedores do AMOR, em menor ou maior grau. Entretanto, dentro de cada pessoa esse sentimento pode ser bem ou mal trabalhado, um fio tênue o separa do ódio, não é à toa que muitos fazem as piores besteiras em nome de um amor torto. Ah! Como o mundo seria feliz se pudéssemos decifrá-lo tal qual uma fórmula matemática! Seria exato dizer que homem e mulher nasceram para a FELICIDADE PLENA (o famoso "mar de rosas"), assim como 1+1=2.
Devo dizer que é possível chegar perto da plenitude do amor, quiçá, até alcançá-la! Uma experiência que é construída, tijolinho por tijolinho, incansavelmente, no desejo de fazer a outra pessoa ser feliz ao nosso lado.
Acerca disso, poema é algo que vem de muito bom grado a calhar no tema. Dedico aos enamorados e aos que não desistem de procurar seu par nesta dança...

As sem razões do amor

Eu te amo porque te amo.
Não precisas ser amante,
e nem sempre sabes sê-lo.
Eu te amo porque te amo.
Amor é estado de graça
e com amor não se paga
Amor é dado de graça,
é semeado no vento
na cachoeira, no elipse.
Amor foge a dicionários
e a regulamentos vários.
Eu te amo porque não amo
bastante ou demais a mim.
Porque amor não se troca,
não se conjuga nem se ama.
Porque amor é amor a nada,
feliz e forte em si mesmo.
Amor é primo da morte,
e da morte vencedor,
por mais que o matem (e matam)
a cada instante de amor.


Fonte da imagem: Obra de Romero Britto "Love at first sight"

Fonte do texto: inspiração no maridão a quem dedico este post e quem tanto me faz feliz!

sexta-feira, 5 de junho de 2009

REFLEXÃO - Aprenda com as crianças

Vamos apreciar a natureza mais de perto?
Tudo bem se não mora próximo de áreas florestais ou parques verdejantes, que não haja muito verde em seu quintal, talvez more em apartamento, tenha menos ainda da natureza ao seu redor (ou não - tem gente que consegue fazer mágica em pequenos espaços, sabia?). Há pessoas que curtem animais de estimação e apreciam o convívio com eles e tem outras que amam as crianças. Não importa se plantas, animais, crianças e tudo que proveio de UM SER DIVINO, é preciso estar, de algum modo, em contato com ELE através da sua SÁBIA NATUREZA.
Não se viverá feliz por completo se não houver a contemplação da mesma!
Vagueando meus pensamentos por esse caminho encontrei outro maravilhoso texto do site Momento direcionado para uma aprendizagem riquíssima com as crianças. Muita gente esquece de que um dia foi, sufocando a ingenuidade e a alegria, tornando-se um adulto sisudo e cinzento. E, se de fato tornou-se, se está a ponto de tornar-se, há tempo para refletir e deixar aquela criança sair e gargalhar de coisa pouca! Esforcemo-nos por aprender mais com elas, afinal, Jesus já dizia: Deixai vir a mim estas criancinhas e não as impeçais, porque o Reino dos céus é para aqueles que se lhes assemelham. (São Mateus 19,14)

APRENDA COM AS CRIANÇAS

Os adultos desejam ensinar tudo às crianças. Quando elas iniciam a balbuciar, não se cansam de repetir as palavras, a fim de que elas aprendam a falar de forma correta.
Nós lhes ensinamos o alfabeto, os números, as cores. Mergulhamos com elas nos livros, auxiliando-as a descobrir as maravilhas do macro e do microcosmo.
Somos os mais experientes porque já vivemos alguns anos a mais do que elas.
Contudo, existem lições de sabedoria que essas criaturinhas nos ensinam, todos os dias.
Quando uma criança se machuca, não importa se é um pequeno ou grande machucado, ela logo chora e procura o colo da mãe. Chorando, ela informa que está doendo, que aquilo a está incomodando muito.
Buscando o colo da mãe, ela deseja ser acarinhada, confortada, auxiliada.
Lição para o adulto (realce meu): você não precisa suportar a dor sem chorar. E procure alguém em quem você confia para ajudá-lo.
Pode ser um amor precioso, ou um amigo, um irmão. Enfim, alguém que lhe dê a mão.
Quando uma criança cai de um brinquedo e quebra o braço, nem por isso deixa de, ainda com o braço engessado, subir no mesmo brinquedo.
Deseja provar que é capaz, que consegue, que vai vencer.
Ensina, desta forma, que não se deve desistir porque o negócio não deu certo ou porque foi reprovado em teste de seleção em uma empresa.
O importante é não se deixar abater e continuar a tentar, até conseguir.
Quando uma criança está com sono, ela se aconchega, fecha os olhinhos e dorme.
Se o coelhinho perdeu uma orelha ou o carrinho quebrou, assim mesmo ela dorme. E no sono, se permite sonhar.
Sonha com lugares lindos, bolas coloridas, muitos brinquedos, sorvete, brincadeiras e amigos.
Nova lição para o adulto (realce meu): se seu corpo assinala que está na hora de dormir, atenda-o. Recolha-se ao leito e descanse. Depois, você recomeçará as tarefas, e muito melhor.
Não se permita a insônia por causa de coisas materiais. Se os índices da bolsa oscilaram, ou se sua conta não apresenta tantos dígitos, durma mesmo assim.
Seu corpo precisa recuperar as energias pelo repouso. Depois, você retornará às lutas, ao trabalho, às melhores decisões.
Quando uma criança brinca, ela se permite entrar em seu mundo de faz-de-conta e mergulha por inteiro.
Ela fantasia, fala com seus bichinhos e bonecos, cria histórias, sonha de olhos abertos.
Ela é o homem que voa, o dono de uma grande fazenda cheia de animais, o astronauta a caminho do infinito. Não há limites para a sua imaginação. E isso a satisfaz, a faz feliz.

Com isso, diz ao homem que ele nunca deve deixar de sonhar e de perseguir os seus sonhos. Que deve se concentrar em seus desejos e perseverar.
Tudo é possível àquele que trabalha, prossegue, não desiste.
A criança é alguém que nos diz, todos os dias, que é bom viver, que o mundo é belo e que não há limites para a mente humana.
Ela nos afirma, com seu jeito de ser, que podemos sonhar, sem perder a esperança;
Que podemos sofrer reveses, sem cair no desânimo;
Que podemos preservar a saúde, mesmo que adversidades nos envolvam.
Enfim, ela nos ensina que a esperança deve brilhar sempre em nossos olhos.
Isto porque depois deste dia, o sol despertará o amanhã e tudo terá o brilho do novo, do não conquistado, da alegria ainda não fruída.
UM ÓTIMO FINAL DE SEMANA PARA VOCÊ E UM MUNDO MELHOR PARA TODOS NÓS! BUSQUEMOS A RESPOSTA NA SIMPLICIDADE DOS PEQUENOS, POIS, ADULTO TEM MESMO MANIA DE COMPLICAR!
Fonte do texto: Site Momento
Fonte das imagens: Google

sexta-feira, 29 de maio de 2009

REFLEXÃO - Prof.Marins


Cá estou e após um momento particular de reflexão para esta sexta-feira, encontrei algo muito bom e, coincidência ou não, complementa a postagem anterior.

Prof. Marins é alguém que conheci através de meu marido e logo gostei do modo como aponta falhas e soluções práticas para as pessoas no mundo do trabalho e até na vida pessoal delas através de seus textos. Depois disso, também o encontrei na Rede Vida no programa Motivação & Sucesso e, num de seus muitos textos semanais que deram origem ao título do programa citado, algo importante chamou-me a atenção: sabemos muito criticar e apontar erros (dos outros). Humildade é virtude que nem sempre consideramos e, muitas vezes, quem é assim pode ser rotulado de "bobo" porque não tem a "esperteza" para viver no mundo cão.

Leia seguindo o link :Criticar é fácil. Difícil é mudar nosso comportamento (15 de abril de 2007) - por Prof. Marins.

Não caiamos no exagero narcisista nem nos entreguemos às afirmações do "espelho, espelho meu..."

Excelente sexta-feira e um fim de semana melhor ainda para você!



Fonte das imagens: 1ª - Obra Narciso de Caravaggio;
2ª - Madrasta da Branca de Neve (Google)

sexta-feira, 22 de maio de 2009

REFLEXÃO - A diferença que faz a diferença

Olá meus amigos e visitantes da blogosfera! Há quanto tempo! Uma semana inteira...aliás, quem aparece regularmente já deve ter notado que neste mês estou postando apenas às sextas-feiras e eu mesma me perguntei "o que houve?" e a resposta está mesclada por: correria, cansaço... (não são novidades para todos que trabalham, têm família, filhos, etc.) e, no meu caso, sobretudo, por uma pessoinha que completará mais um ano daqui a alguns dias...maio para mim é especialíssimo! Lá se vão praticamente 5 anos de mudanças tremendas quando decidimos trazer uma criança ao mundo, tudo muito planejado, esperado, comemorado... e a razão porque deixei o blog em banho-maria, digamos.
Espero que estejam sentindo falta (por mínima que seja) da minha discreta presença por aqui, caso contrário, melhor "pôr a viola no saco" e sair de fininho...rs.
Gracejos à parte, hoje é dia de comemorar mais uma semana de batalhas travadas, seja dentro ou fora do lar, especialmente, dentro de nós mesmos enquanto pessoas e cidadãos do mundo - qual mundo? O real ou o virtual? Faz DIFERENÇA?
Acredito que não, afinal, sou a mesma pessoa aqui dentro ou lá fora, certo? Ao menos deve haver uma coerência nisso tudo, embora a maneira de nos relacionarmos tanto com o virtual quanto com o real seja bem diferente e possa influenciar (negativa ou positivamente) nossas decisões, nossa vivência. Mesmo não postando, saio lendo posts dos blogueiros que aprecio, sinto vontade de discutir vários assuntos em evidência nestes últimos dias que são de suma importância, entretanto, deixo para próximas oportunidades manifestar solidariedade e consideração, além de aumentar a fileira dos que querem debater e propor mudanças reais, não virtuais. Por ora, contento-me em comentar alguns desses posts lidos.
E, pegando um gancho nesses assuntos (comemorações e mudanças), por que comemorar algo se à nossa volta existe tanta coisa errada? Não sei exatamente, meu marido discorda que seja necessário grandes comemorações, é sempre um dilema nessa época e o foi em outras: casar? Ele:Só uma troca de alianças e a assinatura no cartório bastam! Eu: Ah! Não mesmo! Quero toda pompa com que sonhei! aniversário? Ele: Só um bolinho com os mais próximos. Eu: Ah! Não mesmo! Chama a família inteira!
Às vezes e, em partes, concordo com ele, mas, se é coisa minha ou típico de mulher, se é coisa dele ou típico de homem (ser prático em tudo! Nada de complicações extras...), não importa, acabamos entrando em acordo e pensando o melhor para o futuro (nosso e de nosso filho), portanto, chego ao "x dessa questão" de hoje, qual seja, FAZER A DIFERENÇA (sempre POSITIVA). Quando digo que quero festejar não é para ignorar a pobreza alheia tampouco esbanjar recursos, quero apenas dizer "cheguei até aqui!", não é a mesma alegria do calouro que passou no vestiba? do empregado que recebeu aumento ou cargo melhor? daquele mesmo calouro que se formou após anos esquentando a cuca e a cadeira na faculdade?
Pois bem! Com vistas a um mundo que possa ter muito mais a comemorar do que a lamentar, o texto abaixo do site Otimismo (adoro lê-lo e o nome já diz tudo!) dá uma pequena explanação do porquê e do como é possível sermos diferentes, no melhor dos sentidos!
Uma sexta-feira e um final de semana DIFERENTES para você!

A DIFERENÇA QUE FAZ A DIFERENÇA
Os desejos primários de todas pessoas são: ser felizes, progredir e ganhar mais dinheiro. Uma forma efetiva de alcançar estes anseios é sendo ricos e prósperos. Assim como há pessoas pobres e pessoas ricas, há países pobres e países ricos. A diferença entre os países pobres e os ricos não é a sua antiguidade.
Fica demonstrado pelos casos de países como Índia e Egito, que tem mil de anos de antiguidade e são pobres. Ao contrário, Austrália e Nova Zelândia, que há pouco mais de 150 anos eram quase desconhecidos, hoje são, todavia, países desenvolvidos e ricos.
A diferença entre países pobres e ricos também não está nos recursos naturais de que dispõem, pois o Japão tem um território muito pequeno e 80% dele é montanhoso, ruim para a agricultura e criação de gado, porém é a segunda potência econômica mundial: seu território é como uma imensa fábrica flutuante que recebe matérias-primas de todo o mundo e os exporta transformados, também a todo o mundo, acumulando sua riqueza.
Por outro lado, temos uma Suíça sem oceano, que tem uma das maiores frotas náuticas do mundo; não tem cacau mas tem um dos melhores chocolates do mundo; em seus poucos quilômetros quadrados, cria ovelhas e cultiva o solo quatro meses por ano já que o resto é inverno, mas tem os produtos lácteos de melhor qualidade de toda a Europa. Igualmente ao Japão não tem recursos naturais,mas dá e exporta serviços, com qualidade muito dificilmente superável; é um país pequeno que passa uma imagem de segurança, ordem e trabalho, que o converteu na caixa forte do Mundo.
Também não é a inteligência das pessoas a tal diferença, como o demonstram estudantes de países pobres que emigram aos países ricos e conseguem resultados excelentes em sua educação; outro exemplo são os executivos de países ricos que visitam nossas fábricas e ao falar com eles nos damos conta de que não há diferença intelectual.
Finalmente não podemos dizer que a raça faz a diferença, pois nos países centro-europeus ou nórdicos vemos como os chamados ociosos da América Latina (nós!!) ou da África, demonstram ser a força produtiva desses países. O que é então que faz a diferença?A ATITUDE DAS PESSOAS FAZ A DIFERENÇA.Ao estudar a conduta das pessoas nos países ricos, se descobre que a maior parte da população cumpre as seguintes regras, cuja ordem pode ser discutida:
1. A moral como princípio básico
2. A ordem e a limpeza
3. A integridade
4. A pontualidade
5. A responsabilidade
6. O desejo de superação
7. O respeito às leis e aos regulamentos
8. O respeito pelo direito dos demais
9. Seu amor ao trabalho
10. Seu esforço pela economia e investimento.
Necessitamos de mais leis? Não seria suficiente cumprir e fazer cumprir estas 10 simples regras? Nos países pobres, só uma mínima (quase nenhuma) parte da população segue estas regras em sua vida diária. Não somos pobres porque ao nosso país falte riquezas naturais, ou porque a natureza tenha sido cruel conosco, simplesmente por Nossa Atitude. Nos falta caráter para cumprir estas premissas básicas de funcionamento das sociedades.




Fonte do texto: Otimismo
Fonte da imagem: Google

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Tertúlia Virtual - 10 anos numa ilha

Fuga da realidade ou desvio para a vida?

Querido diário, querida caneta... (serão queridos, não mais que as pessoas que amo, contudo, registrarão parte desse “episódio surreal”, devo admitir! – desta nova vida que escolhi e elas aceitaram comigo viver, apesar de muita relutância no começo. Pudera! Nada muito convencional sugerir tal coisa nos dias de hoje, concordam?).
Meu filho deixar o vídeo game e o computador, seus brinquedos e esquecer das poucas amizades que fizera? Mas, pensa que ele chorou ter que deixar a rotina escolar por esse tempo? Quer aprender com as aventuras junto de nós, disse-me: “agora vamos viver de verdade!”. A partir de agora seremos também seus professores, sei que um dia ele não pensará mais desse jeito, pois, quando se é criança a vida é novidade sem fim, ater-se às regras sociais e aprender sobre povos e culturas parece bobagem no início. Vantajoso no sentido de que haverá tempo de sobra para ensiná-lo e brincar sempre que ele quiser, afinal, na civilização moderna não havia tempo para nada disso, somente para o trabalho remunerado e para o trabalho doméstico. Aqui não teremos o primeiro deles e quanto ao segundo, bem, esse ainda existirá, mas com novos ares (novos mesmo! Ainda bem que a poluição das cidades não atinge área tão arborizada!).
Com os dias, meses e anos relatarei as mudanças dessa escolha radical. Sei que, por ora, é uma sensação de liberdade, tal qual criança que aprende a andar e sai em disparada, sem saber aonde chegar, contudo, o sorriso no rosto mostra que o esforço pode valer a pena.
Cá estamos: meu marido, meu filho e eu. Uma aventura que jamais ousaria imaginar, tanto menos, chegar a esse destino. Logo eu que sou avessa ao sol e à praia? Porém, adoro a flora, e, nessa remota ilha há muito dela por aqui, já vislumbrei várias espécies de árvores e plantas nativas, uma nascente que deságua em pequena cascata ali adiante! Lindo cenário!Ah! Que falta fará minha câmera digital, contudo, deixarei incógnitas nestas breves palavras,e quem quiser, que o imagine ao seu bel prazer.
Feche os olhos e esteja aqui e agora... não há fotografia que consiga revelar cada detalhe dessa sensação, portanto, inútil seria tê-la trazido!
Espero não ter que lidar com a fauna de modo direto, com essa não me relaciono de modo algum, quiçá observar alguma espécie de pássaro, bem no alto de uma árvore ou algum peixe colorido nas límpidas águas que banham esse lugar!
O quinto e último objeto deixei por livre escolha de meu marido, afinal, abriu mão de uma vida “estável” para desbravar um mundo novo comigo. Sabe o que foi? Sua caixa de ferramentas. Bem coisa de homem mesmo, não se desgruda dela, tantos apetrechos ali que nem sei para que servem, contudo, acredito que neste lugar, mais do que em qualquer outro, terá sua serventia, sem dúvidas.
Foi tão difícil decidir por estas coisas (caneta, diário e caixa de ferramentas), entretanto, nada difícil escolher as pessoas, sobre estas nem pestanejei!
Ao final deste primeiro dia, sentei-me entre meus dois amores e vimos, pela primeira vez, o pôr-do-sol, assim, sem pressa nenhuma, sem horários a cumprir. Ficamos ali juntos, apenas observando o espetáculo da natureza, o sol beijando as águas do oceano pacífico e foi algo extraordinariamente fantástico!
Pensei comigo e não poderia deixar de relatar (daí a extrema necessidade de papel e caneta à mão): por que, apesar da evolução da humanidade, ainda perdemos coisas dessa magnitude? Por que é tão complicado estarmos mais tempo com nossos entes? Por que as obrigações do dia a dia nos “sugam” as forças e nos mantêm seus escravos? Fizemos bem em “fugir” delas ou as encontraremos por aqui também? Só o tempo dirá... E, acredito, não serão necessários 10 anos para descobrir tal coisa, em muito pouco tempo saberemos o quão eficaz foi tal decisão, mas, até que descubramos isso, de fato, apreciarei a vida na sua simplicidade ao lado de quem amo, sem fazer grandes planos, sem intentar grandes projetos, sem preocupar-me com “o que pensarão de mim?”, sem expectativas para o amanhã, somente apreciando o hoje, assim, embasbacada, pura e simplesmente.
Este texto faz parte da Tertúlia Virtual e, embora a solicitação fosse para "nomear as 5 coisas" a fim de viver 10 anos numa ilha, aproveitei o ensejo e, como de costume toda sexta-feira, desenvolvi a reflexão.
Excelente final de semana para você e para quem você ama!
Procuremos levar o essencial, mesmo que pareça difícil encontrá-lo!
Fonte da imagem: Google

sexta-feira, 8 de maio de 2009

REFLEXÃO - MÃE, MAMÃE, MÃEZINHA, MANHÊÊÊ!!!

— É isso. Não importa que nome tenha ou de que modo seja chamada: mãe, mamãe, mãezinha, manhêêê!!!, pois, é tudo igual no fim das contas.

Como assim tudo igual? Nunca! A minha é só minha e de mais ninguém (ainda que eu tenha muitos irmãos!), só ela sabe das coisas que gosto e do jeito que gosto, só ela é capaz de compreender e perdoar meus inúmeros defeitos (e tenho vários!), somente ela faz tudo por mim com o coração, e, principalmente, sabe "puxar minhas orelhas" nas horas certas, ainda que doa (nela!). Meu pai tinha medo de perder espaço para mim quando nasci e, embora ela negue e se dedique também a ele, de fato, perdeu!(rs). Sei disso porque o tempo dispensado a mim foi maior na infância: fraldas, amamentação, dentição, banhos, pediatra, idas à escola entre tantas outras coisas. E, continuando, minha mãe é a melhor de todas! Após a infância, depois que aprendi a engatinhar e, finalmente, a andar com as próprias pernas, lá estava ela querendo saber com quem eu fazia amizades e por onde caminhava. Na adolescência, entremeio à louca transição biológica típica da fase, distanciamo-nos, contudo, sabia que ela não dormia sossegada enquanto eu não chegasse a salvo em casa. Cresci, trabalhei, namorei, casei... tive um bebê em meus braços e senti toda a emoção que é possível somente aos que passam por tal experiência, antes disso, somente conjecturas e especulações. Soube valorizar tudo o que ela me dizia até então e repito as mesmas coisas. Tornou-se a melhor avó! Duvido que haja outra igual, discordo!

— Ah, é? Pois digo que minha mãe é igualzinha a sua, sem tirar nem pôr. As mesmas preocupações e ansiedades, os mesmos carinhos e desvelos. Aliás, há quem diga que são anjos em nossas vidas e eu acredito que sejam mesmo. Ei! E você aí! É! Você, oras! Quem mais está ouvindo a conversa? Diga qual de nós tem razão nessa história? Mãe é tudo igual ou não?

Bem, amigos da blogosfera, deixo para cada um de vocês a reflexão desta sexta-feira, antevéspera do Dia das Mães!
Com certeza, os pais não devem se chatear, eles também têm seus predicados, inclusive, com o advento dos diversos e diferentes tipos de famílias - foi-se o tempo em que "família" era pai, mãe e filhos, cada qual com sua função predeterminada hierarquicamente - no mundo atual, já existem os denominados "pães" (mistura de pais com mães), são eles que substituem as mulheres que não se importam (e nem querem!) assumir a função maternal, e, muito menos, comprovar que existe o tal "instinto maternal", porque se existisse realmente, eu não saberia de tantas barbáries cometidas por mulheres contra os pequeninos. Ah! Essas são inomináveis!
Inclusive, dentre várias músicas do Legião Urbana que gosto, uma em especial, intitulada "Pais e Filhos", traz essa questão familiar de modo muito interessante e profundo, suscitando seus vários tipos na sociedade, várias frases que ouvimos quando crianças ou que dissemos também, e, de quebra, trazendo à tona uma questão existencial:"É preciso amar as pessoas como se não houvesse amanhã, por que se você parar pra pensar, na verdade não há".
Os mais próximos sabem que meu blog começou com o incentivo de uma sobrinhamiga,(a Cris) e, particularmente, tem sido uma experiência ótima, tenho colocado em prática algo que me faz bem, pois, as palavras completam aquilo que não é visível nem palpável. E, quanto à comemoração do Dia da Mães, terei meu primeiro dia sem a minha, também este blog tem preenchido o vazio que ficou depois de sua partida. Aqui postei alguns textos que surgiram dessa saudade e que funcionam como elo de ligação que ainda temos, afinal, mãe é para sempre! Não é? Eu espero que seja (mos). Tenho meu filho e quero dar o melhor de mim, quero sim ser a melhor mãe do mundo, adoro ouvir aquele "mamãe" de segundo em segundo que até cansa os ouvidos, às vezes! (rs). É maravilhoso experimentar a maternidade na sua plenitude! É um presente divino que só posso agradecer!
Aos filhos: presenteiem suas mães com os mimos que elas gostam, contudo, o melhor de todos os presentes é ver que os bons conselhos foram seguidos, que respeitam todos os esforços que foram feitos para educá-los e que valeu a pena "padecer no paraíso!".
Às mães: continuem sendo únicas para todos eles! É isso. Não importa que nome tenham ou de que modo sejam chamadas: mãe, mamãe, mãezinha, manhêêê!!!, pois, é tudo igual no fim das contas, embora, todos discordem disso, porque a MINHA MÃE É E SEMPRE SERÁ A MELHOR MÃE DO MUNDO!

Fonte da imagem: arquivo pessoal by Studio Matos

(não autorizada a sua reprodução)

sexta-feira, 1 de maio de 2009

REFLEXÃO - 1º DE MAIO

Veja só! Logo hoje, feriadão do Dia do Trabalho, não tive tempo para postar minha reflexão antes desta sexta-feira quase acabar? Por quê?
Bem, quem pensou nisso, acertou em cheio...kkkkk! Não acredita? É verdade, felizmente... Por que "felizmente"? Ah! Simplesmente porque fui feita à imagem do Todo Poderoso e Ele, certamente, não se queixa, apenas, Trabalha!E olha que a humanidade dá trabalho, hein!
E sobre o tema trabalho há muito o que se discutir: leis, carga horária, salários, primeiro emprego, desemprego, abonos, vales, capacitação, direitos e deveres, etc., etc., etc.
Pensando nisso, circulei pelo site Momento onde encontrei e postei um texto belíssimo da sexta-feira Santa e hoje, novamente, apresento outro texto retirado de lá, uma vez que o mesmo representa uma parte importantíssima desse universo do Trabalho: a Alegria. Sim, deve haver alegria no trabalho, caso contrário, o muito do tempo que dedicamos a ele terá sido em vão. Às vezes soa até hipócrita dizer tal coisa, principalmente naquelas horas em que dá vontade sair correndo e pedir demissão! Entretanto, devemos encontrar algo que nos faça bem, por mais controverso e difícil que pareça nesse sentido. Todos queremos fazer algo que gostamos, que nos preencha... mas, mesmo aquilo de que se gosta, se nos é dado em excesso, enjoa, concorda?
Desejo que o final de semana seja ALEGRE para você, especialmente, para quem procura...

Trabalhar com alegria

Havia uma fazenda onde os trabalhadores viviam tristes e isolados uns dos outros.
Eles estendiam suas roupas surradas no varal e alimentavam seus magros cães com o pouco que sobrava das refeições.
Todos que viviam ali trabalhavam na roça do senhor João, dono de muitas terras, que exigia trabalho duro, pagando muito pouco por isso.
Um dia, chegou ali um novo empregado, cujo apelido era Zé alegria. Era um jovem agricultor em busca de trabalho.
Foi admitido e recebeu, como todos, uma velha casa onde iria morar enquanto trabalhasse ali.
O jovem, vendo aquela casa suja e abandonada, resolveu dar-lhe vida nova.
Cuidou da limpeza e, em suas horas vagas, lixou e pintou as paredes com cores alegres e brilhantes, além de plantar flores no jardim e nos vasos.
Aquela casa limpa e arrumada destacava-se das demais e chamava a atenção de todos que por ali passavam.
Ele sempre trabalhava alegre e feliz na fazenda, por isso tinha o apelido de Zé alegria.
Os outros trabalhadores lhe perguntavam: como você consegue trabalhar feliz e sempre cantando com o pouco dinheiro que ganhamos?
O jovem olhou para os amigos e disse: bem, este trabalho hoje é tudo que eu tenho.
Ao invés de blasfemar e reclamar, prefiro agradecer por ele. Quando aceitei trabalhar aqui, sabia das condições.
Não é justo que agora que estou aqui, fique reclamando. Farei com capricho e amor aquilo que aceitei fazer.
Os outros, que acreditavam ser vítimas das circunstâncias, abandonados pelo destino, o olhavam admirados e comentavam entre si: “como ele pode pensar assim?”
O entusiasmo do rapaz, em pouco tempo, chamou a atenção do fazendeiro, que passou a observá-lo à distância.
Um dia o sr. João pensou: “alguém que cuida com tanto carinho da casa que emprestei, cuidará com o mesmo capricho da minha fazenda.”
“Ele é o único aqui que pensa como eu. Estou velho e preciso de alguém que me ajude na administração da fazenda.”
Num final de tarde, foi até a casa do rapaz e, após tomar um café bem fresquinho, ofereceu ao jovem o cargo de administrador da fazenda.
O rapaz aceitou prontamente.
Seus amigos agricultores novamente foram lhe perguntar:
“O que faz algumas pessoas serem bem sucedidas e outras não?”
A resposta do jovem veio logo: “em minhas andanças, meus amigos, eu aprendi muito e o principal é que: não somos vítimas do destino. Existe em nós a capacidade de realizar e dar vida nova a tudo que nos cerca. E isso depende de cada um.”
Pense nisso!
Toda pessoa é capaz de efetuar mudanças significativas no mundo que a cerca.
Mas, o que geralmente ocorre é que, ao invés de agir, jogamos a responsabilidade da nossa desdita sobre os ombros alheios.
Sempre encontramos alguém a quem culpar pela nossa infelicidade, esquecidos de que ela só depende de nós mesmos.
Para encobrir sua indolência, muitos jogam a culpa no governo, nos empresários, nos políticos, na sociedade como um todo, esquecidos de que quem elege os governantes são as pessoas; que quem gera empregos são os empresários, e que a sociedade é composta pelos cidadãos.
Assim sendo, cada um tem a sua parcela de responsabilidade na formação da situação que nos rodeia.
E para ser feliz, basta dar ao seu mundo um colorido especial, como o personagem desta história que, mesmo numa situação aparentemente deprimente para os demais, soube fazer do seu mundo uma realidade bem diferente.
E conforme ele mesmo falou: existe em nós a capacidade de realizar e dar vida nova a tudo que nos cerca.
Pensemos nisso!

Fonte do texto: Equipe de Redação do Momento Espírita, a partir de conto de autoria de Eliane de Araujoh, extraído do livro Histórias para sua Criança Interior, ed. Roca.
Fonte das imagens: Google