O filme “A vida em Preto e Branco” (1998),versão do original: Pleasantville, tem Tobey MacGuire (Homem-Aranha) e Reese Whiterspoon (Legalmente Loira), como irmãos,
interpretando cenas que vão nos conduzir pela cidadezinha pacata do seriado Pleasantville, década de 50, para onde são transportados (e, juntamente com os personagens, também somos nós!), subitamente, em meio a uma briga pela posse de um estranho controle remoto. O elenco é composto por Jeff Daniels, Joan Allen e William H. Macy entre outros.
Aparentemente é um filme sem grandes efeitos especiais se comparado a alguns aos quais estamos acostumados, contudo, é exatamente nisso que reside toda a magia da trama. A transformação dos personagens é acompanhada das cores que vão se propagando aqui e ali, a começar por uma rosa vermelha. Onde tudo era “perfeito”, coisas acontecem à revelia de uma cidade pautada pela organização, pela ordem, pela mesmice.
Usamos diariamente palavras que conotam significados para expressar o que somos, fazemos ou sentimos em relação ao mundo, por exemplo: Fiquei bege com aquela pergunta! Estou roxo de raiva! Ele é flamenguista roxo! Fiquei vermelha de vergonha! Está até verde de náuseas! Estou azul de fome! Entre outras expressões que você já deve ter dito ou ouvido. Cores são importantíssimas, não só para alegrar ambientes, objetos, vestimentas, etc., elas carregam significados vários, estuda-se cromoterapia, psicologia das cores entre outras que abordam o assunto a fim de modificar o mundo, ou melhor dizendo, pessoas, de alguma maneira.
Neste filme, em especial, as cores são a metáfora de um mundo em transição constante. A alegria e o medo, do que é novo e diferente, serão revelados de diversas formas.
A VIDA EM PRETO E BRANCO, certamente, é um filme para entreter e fazer pensar: que cores estão saturadas em minha vida e quais ainda faltam para completar o arco-íris dela?

Aparentemente é um filme sem grandes efeitos especiais se comparado a alguns aos quais estamos acostumados, contudo, é exatamente nisso que reside toda a magia da trama. A transformação dos personagens é acompanhada das cores que vão se propagando aqui e ali, a começar por uma rosa vermelha. Onde tudo era “perfeito”, coisas acontecem à revelia de uma cidade pautada pela organização, pela ordem, pela mesmice.
Usamos diariamente palavras que conotam significados para expressar o que somos, fazemos ou sentimos em relação ao mundo, por exemplo: Fiquei bege com aquela pergunta! Estou roxo de raiva! Ele é flamenguista roxo! Fiquei vermelha de vergonha! Está até verde de náuseas! Estou azul de fome! Entre outras expressões que você já deve ter dito ou ouvido. Cores são importantíssimas, não só para alegrar ambientes, objetos, vestimentas, etc., elas carregam significados vários, estuda-se cromoterapia, psicologia das cores entre outras que abordam o assunto a fim de modificar o mundo, ou melhor dizendo, pessoas, de alguma maneira.
Neste filme, em especial, as cores são a metáfora de um mundo em transição constante. A alegria e o medo, do que é novo e diferente, serão revelados de diversas formas.
A VIDA EM PRETO E BRANCO, certamente, é um filme para entreter e fazer pensar: que cores estão saturadas em minha vida e quais ainda faltam para completar o arco-íris dela?
Como toda opinião particular, digo por mim, que é um filme
M-A-R-A-V-I-L-H-0-S-0!
Para mais dados sobre sinopse, elenco e ficha técnica, siga o link do blog Filmes com legenda
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Fonte de imagens: Google